Meu nome é Khyane, tenho 16 anos e moro em Peruíbe-SP.
Minha história de amor com o Capital Inicial começou há pouco mais de quatro anos. Eu sempre ouvi Capital desde bem pequena. Músicas como “Primeiros Erros” e “Natasha” definitivamente marcaram minha infância. Mas naquela época música nunca foi um assunto sério para mim, eu apenas ouvia e sabia que era legal, mas não fazia a mínima ideia de quem às cantava.
Tudo começou no Réveillon de 2008 (ou talvez tenha sido de 2007, mas isso não tem muita importância), eu deveria ter por volta de 12 anos de idade. Estávamos em casa fazendo uma singela comemoração de ano novo, foi então que minha mãe me pediu que colocasse algum CD legal para animar a festa. Nenhum dos CDs dela, a meu ver eram legais, mas eu decidi tentar encontrar alguma exceção no meio de todas aquelas “tralhas”, foi aí que eu encontrei o acústico do Capital Inicial. Coloquei o CD para tocar e foi incrível, finalmente eu havia descoberto quem era a banda que cantava aqueles sucessos que marcaram minha infância.
A partir daí eu me tornei obcecada pelo Capital. Comecei a comprar CDs, a pesquisar sobre a banda e, é claro, a sonhar em ir num show do Capital. Logicamente, como tudo que vale a pena não é fácil de se conseguir, demorou um pouco até que eu conseguisse realmente realizar o meu sonho. Deve-se levar em consideração que, eu moro em Peruíbe e os únicos shows que vêem para cá são de pagode ou sertanejo, gêneros musicais que não fazem nem um pouco o meu estilo.
Todo o ano quando chegava meu aniversário, eu pedia a minha mãe para que me deixasse ir a um show do Capital, pois esse seria o melhor presente que eu poderia ganhar, mas ela nunca levou em consideração os meus pedidos. Eu assistia o DVD Ao Vivo do Capital, inúmeras vezes, me imaginava estando no lugar daquelas pessoas, eu morria de inveja daquela menina que subiu no palco enquanto tocavam Natasha e o Dinho a girou nos braços. Eu pensava comigo mesma “um dia vai ser a minha vez e quando isso acontecer, será o melhor dia da minha vida”. E foi!
Chegou 2011 e eu decidi que desse ano não passaria, eu estava determinada a realizar meu sonho, a ir num show do Capital. Vi na agenda da banda: “19 de Fevereiro – São Paulo-SP”. Eu estava determinada, este seria um presente de aniversário que eu daria a mim mesma. E foi o que aconteceu. Nem sei explicar a emoção que eu senti quando tive meu ingresso em mãos. Mais inexplicável ainda foi a sensação que eu senti quando cheguei ao Credicard Hall no dia 19 de Fevereiro, parecia que a ficha ainda não havia caído. O show estava marcado para começar as 22:00h, eu cheguei lá as 16:00h! Consegui ser uma das primeiras da fila.
Quando deu 22:30h, o show começou! Foi uma coisa muito louca, uma mistura de sensações, parecia que era um sonho, eu pensei que fosse chorar. Falando assim parece até exagero, mas só quem realmente é fã sabe o que é isso. Foi incrível quando eles entraram no palco, eu finalmente pensei “eu consegui, realizei meu sonho!”. O show foi maravilhoso, realmente inesquecível. Eu consegui ficar pertinho da Banda! Esse foi sem dúvida, o melhor dia da minha vida!
Para falar a verdade, meu sonho ainda não está completo. Ainda falta eu ter uma foto com a banda. Espero conseguir ainda esse ano, pois obviamente, aquela foi a primeira vez de muitas que ainda virão.
Vou levar o Capital para sempre comigo. Podem se passar 10, 20, 30 anos, e eu ainda serei seguidora fiel do Capital. Dinho, Fê, Flávio, Yves (Robledo e Fabiano também) vocês são os homens da minha vida! Eu costumo dizer que pra mim é Beatles no céu e Capital Inicial na Terra! Eu só tenho a agradecer a Deus por ter me permitido ser fã de uma banda tão maravilhosa como o Capital.
No próximo dia 25 de fevereiro, o Capital está de volta ao Rio, para um grande festival o “Verão no Morro” – No morro da Urca.
Capital fecha co chave de ouro o último dia do festival. Para mais informações visite o site
Confira abaixo o convite do Dinho:
Salve Nação Capitaliana,
Hoje, dia 18/12, vai ao ar na Rede Globo o Especial 10 Anos de Altas Horas.
Gilberto Gil foi a banda base de todo o programa, junto com ele, vários artistas convidados tocaram uma música do cantor, dentre eles: Erasmo Carlos, Samuel Rosa, Daniela Mercury, Sandy, Bebel Gilberto, Elba Ramalho, Carlinhos Brown, Zeca Pagodinho, Yamandú Costa, Céu e claro, Dinho Ouro Preto! Dinho cantou No Woman no Cry – sugestão do próprio Serginho Croisman.

O programa hoje é realmente muito especial e convidamos a todos que estiverem assistindo a fazer barulho no Twitter na hora do Dinho! Eba!!!
Nos vemos no Altas Horas!
Abraços equipe Capital Inicial
Salve Nação Capitaliana, como estão todos?
O post hoje traz algumas curiosidades sobre a infância musical do Dinho, suas primeiras referências.
Você sabia que ele ouvia Bossa Nova quando era criança e morava fora do Brasil? E que, dentre outros sons brazucas que ainda hoje ajudam tanta gente a se sentir mais brasileira quando está longe da pátria amada, Chico Buarque era um dos sons mais admirados pelo Dinho, que ouvia as músicas junto com sua família?
No depoimento a seguir, o vocalista fala um pouco dessa infância e demonstra a humanidade e a brasilidade da nossa música que marcam para sempre um artista, seja qual for o estilo ou caminho profissional que ele escolha.
Alô capitalianos!!
Como a maioria já sabe, no dia 10 de outubro tem show do Capital em grande estilo, no Festival de Artes de Música SWU , em Itú.
Tem tudo para ser um dia muito especial, tocam também no mesmo dia Kings Of Leon, DMB, Regina Spektor, Joss Stone, Sublime with Rome, Jota Quest , OTM, e Ilo Ferreira.
Para ter um gostinho, vejam a entrevista com o Dinho no site do festival, onde ele fala sobre uma música especial e um sonho: Dinho Ouro Preto – Meu Som, Meu sonho .
Esperamos vocês lá!