Dinho Ouro Preto
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Blog do Capital Inicial

Post do fã – Alline Rodrigues

18 março 2011

Comecei a me interessar por rock aos 10 anos de idade quando meu irmão mais velho, com 14 anos começou a aprender a tocar guitarra e trazer cds de bandas íncriveis pra nossa casa. E uma dessas bandas íncriveis era Capital Inicial. A música que mais me atraiu e me deixou intrigada (em um bom sentido) foi Natasha.

Escutava a letra e me imaginava aos 17 anos saindo de casa ás escondidas usando um saltão 15 , saia de borracha, cabelo verde e tatuagem no pescoço. Tentava imaginar qual motivo levaria uma garota abandonar os pais e namorado e logo pensava “Dane-se o motivo, seria divertido e isso já é suficiente”. Em 2003, aos 11 anos de idade, vi o anúncio na tv que o Capital Inicial iria fazer um show na maior festa de Uberaba (minha cidade), a Expozebu.

Fiquei eufórica, me comportei a semana inteira pra que meus pais deixassem eu ir no show mas o esforço foi em vão, meus pais não deixaram. “Imaginem só uma menina de 11 anos em um show de rock”, diziam eles. Chorei, chorei e chorei mas pensei comigo mesma: “tudo bem, o show foi um sucesso, com certeza ano que vem eles virão e eu terei doze anos, irei de qualquer jeito”. Esperei o ano seguinte, o próximo, três anos, cinco anos e nada de o Capital vir pra Uberaba. Acompanhava pelo site a agenda da banda e sentia uma tristeza enorme de não poder estar naquelas cidades em que teriam show do Capital.

Pensava: “Como são sortudas as pessoas que moram nessas cidades”. Em um desses dias que estava acompanhando a agenda de shows no site, estava em plenas férias de julho de 2010, doida pra fazer alguma viagem, e vi que teria show do Capital em Caldas Novas, uma cidade mais ou menos próxima da minha. Seria a oportunidade perfeita pra viajar e curtir minha banda favorita, então insisti para minha mãe liberar a grana pra que eu viajasse, prometi até lhe pagar aos poucos depois, mas minha mãe negou e falou que eu poderia esperar eles virem pra Uberaba.

Poxa, já havia esperado sete anos e nada, estava descrente, me peguei aos 18 anos chorando como a muito tempo não chorava, como chorei aos 11. No começo de dezembro de 2010 tive um sonho, daqueles que soam realmente reais, de que tinha encontrado com o Dinho na rua, em frente a uma van e que estava abraçando, conversando, tirando fotos com ele. Acordei super feliz e contei do sonho pra minha mãe, que riu junto comigo. Uns 15 dias depois desse sonho recebo uma ligação do meu melhor amigo dizendo que havia ouvido na rádio que o Capital Inicial viria pra Uberaba em fevereiro de 2011. Aquilo pra mim foi a melhor notícia de todos os tempos, pulei de alegria, saí contando eufórica pra todos os meus amigos: “Vai ter show do Capital aqui”, sonhei com o show e nesse sonho também tinha encontrado com o Dinho. Comprei meu ingresso do show no mesmo dia que começou a vender e ficava ligada na rádio e no twitter da rádio que estava promovendo o show para participar de qualquer promoção que houvesse pra entrar no camarim.

A primeira promoção era pra ligar pra rádio e cantar um trecho de alguma música do Capital Inicial. Pensei: “Só o Capital Inicial mesmo pra eu fazer isso” porque sou uma péssimaaaaaaa “cantora”, desafinada até falar chega. Corada de vergonha, liguei pra rádio e cantarolei um trecho de “Á sua maneira”. Obviamente, não ganhei pela cantoria mas felizmente, a rádio promoveu outro sorteio pelo twitter, que era só twittar um frase referente ao show e este sorteio eu ganhei. Logo eu, que nunca havia ganhado nem rifa de quermesse. Fiquei sabendo que era a ganhadora e por poucos minutos, se eu não me manifestasse a rádio faria o sorteio para outra pessoa. Consegui me manifestar poucos minutos antes e graças a Deus não perdi o meu prêmio. Estava em estado de êxtase, pulava sem parar, não tive de tempo de comprar um presente aos integrantes da banda, como gostaria de ter feito, mas improvisei uma carta e coloquei um cd da banda de rock do meu irmão junto com a carta em uma embalagem de presente.

Cheguei ao local do show super cedo e fui aguardar ser chamada para o camarim em um local especificado pela rádio. Lá conheci a outra garota que também ganhara a promoção pela rádio (só que cantando). Simpatizei-me com ela rapidamente e juntas ficamos mais nervosas, ansiosas, felizes do que estávamos. Chegando ao camarim, haviam mais 3 pessoas que foram sorteadas pelo fãclubedebh, mais a galera da rádio. Esperamos mais um pouco até a chegada dos integrantes.

Quando a porta do camarim abriu e vi o Dinho saindo de lá, só consegui abraça-lo e falar um “Tudo bom? É um prazer te conhecer” e as palavras sumiram de mim. Foi uma sensação única. Estar cara a cara com meu ídolo, que eu tanto admiro, que considero um poeta. Ao mesmo que tempo que eu sentia como se eu o conhecesse a tempos, eu não me sentia a vontade pra fazer tudo que eu queria ter feito e foi tudo muito rápido, haviam outras pessoas para experimentar um pouquinho daquela sensação que experimentei. Fui cumprimentar os outros integrantes da Banda, tirei foto com eles, e o único que consegui conversar um pouquinho mais foi o Fê, para quem entreguei a embalagem que continham a carta e o cd da banda do meu irmão.

Falei pra ele: “Posso deixar com vocês um presentinho?”. Ele brincou: “É só pra mim ou terei que dividir com todo mundo?”Como não havia dado tempo de comprar um presente individual para cada um como gostaria, ele teria que dividir (espero que tenha o feito hahahhaha). Depois de entregar o simples presente ao Fê, consegui que o Dinho autografasse os dois encartes de cd do capital que havia levado. Poucos minutos depois, o segurança já pedia para que fossemos embora e inevitavelmente, tivemos que nos separar dos nossos ídolos.

Fui correndo para a frente do palco aonde aconteceria o show, e sem exagero algum, aproveitei o MELHOR show da minha vida. Foi incrível ver de perto um show tão maravilhoso, que reuniu canções mais antigas e canções do “Das Kapital”, senti uma alegria inexplicável naquele momento, registrei o máximo que pude daquilo tudo e fico rindo que nem uma boba só de lembrar algum detalhe do show.

Ainda tenho esperanças de reencontrá-los, e que se houver a próxima vez, eu possa estar mais tranqüila e possa bater pelo menos um dedo de prosa (como se diz aqui em Minas) com cada um e se depender de mim, do que eu puder fazer, irei em quantos shows eu puder ir, e assistirei na primeira fila, em frente ao palco, dançando, aplaudindo e cantando loucamente como fiz no primeiro show que fui. Me sinto parte da Nação Capitaliana e tenho muito orgulho disso! Capital Inicial fez, faz e sempre fará parte da minha história.

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Post do fã – Khyane

11 março 2011

Meu nome é Khyane, tenho 16 anos e moro em Peruíbe-SP.

Minha história de amor com o Capital Inicial começou há pouco mais de quatro anos. Eu sempre ouvi Capital desde bem pequena. Músicas como “Primeiros Erros” e “Natasha” definitivamente marcaram minha infância. Mas naquela época música nunca foi um assunto sério para mim, eu apenas ouvia e sabia que era legal, mas não fazia a mínima ideia de quem às cantava.

Tudo começou no Réveillon de 2008 (ou talvez tenha sido de 2007, mas isso não tem muita importância), eu deveria ter por volta de 12 anos de idade. Estávamos em casa fazendo uma singela comemoração de ano novo, foi então que minha mãe me pediu que colocasse algum CD legal para animar a festa. Nenhum dos CDs dela, a meu ver eram legais, mas eu decidi tentar encontrar alguma exceção no meio de todas aquelas “tralhas”, foi aí que eu encontrei o acústico do Capital Inicial. Coloquei o CD para tocar e foi incrível, finalmente eu havia descoberto quem era a banda que cantava aqueles sucessos que marcaram minha infância.

A partir daí eu me tornei obcecada pelo Capital. Comecei a comprar CDs, a pesquisar sobre a banda e, é claro, a sonhar em ir num show do Capital. Logicamente, como tudo que vale a pena não é fácil de se conseguir, demorou um pouco até que eu conseguisse realmente realizar o meu sonho. Deve-se levar em consideração que, eu moro em Peruíbe e os únicos shows que vêem para cá são de pagode ou sertanejo, gêneros musicais que não fazem nem um pouco o meu estilo.

Todo o ano quando chegava meu aniversário, eu pedia a minha mãe para que me deixasse ir a um show do Capital, pois esse seria o melhor presente que eu poderia ganhar, mas ela nunca levou em consideração os meus pedidos. Eu assistia o DVD Ao Vivo do Capital, inúmeras vezes, me imaginava estando no lugar daquelas pessoas, eu morria de inveja daquela menina que subiu no palco enquanto tocavam Natasha e o Dinho a girou nos braços. Eu pensava comigo mesma “um dia vai ser a minha vez e quando isso acontecer, será o melhor dia da minha vida”. E foi!

Chegou 2011 e eu decidi que desse ano não passaria, eu estava determinada a realizar meu sonho, a ir num show do Capital. Vi na agenda da banda: “19 de Fevereiro – São Paulo-SP”. Eu estava determinada, este seria um presente de aniversário que eu daria a mim mesma. E foi o que aconteceu. Nem sei explicar a emoção que eu senti quando tive meu ingresso em mãos. Mais inexplicável ainda foi a sensação que eu senti quando cheguei ao Credicard Hall no dia 19 de Fevereiro, parecia que a ficha ainda não havia caído. O show estava marcado para começar as 22:00h, eu cheguei lá as 16:00h! Consegui ser uma das primeiras da fila.

Quando deu 22:30h, o show começou! Foi uma coisa muito louca, uma mistura de sensações, parecia que era um sonho, eu pensei que fosse chorar. Falando assim parece até exagero, mas só quem realmente é fã sabe o que é isso. Foi incrível quando eles entraram no palco, eu finalmente pensei “eu consegui, realizei meu sonho!”. O show foi maravilhoso, realmente inesquecível. Eu consegui ficar pertinho da Banda! Esse foi sem dúvida, o melhor dia da minha vida!

Para falar a verdade, meu sonho ainda não está completo. Ainda falta eu ter uma foto com a banda. Espero conseguir ainda esse ano, pois obviamente, aquela foi a primeira vez de muitas que ainda virão.

Vou levar o Capital para sempre comigo. Podem se passar 10, 20, 30 anos, e eu ainda serei seguidora fiel do Capital. Dinho, Fê, Flávio, Yves (Robledo e Fabiano também) vocês são os homens da minha vida! Eu costumo dizer que pra mim é Beatles no céu e Capital Inicial na Terra! Eu só tenho a agradecer a Deus por ter me permitido ser fã de uma banda tão maravilhosa como o Capital.

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Post do fã – Por Rafael Antunes

03 fevereiro 2011

Sou Rafael Antunes Souza , moro em Itanhaém-Sp , tenho 14 anos e sou fã do Capital a 4 anos. Bom, não sei se posso dizer que nesses quatro anos tive muita sorte,porque a história que vou contar é de um fã muito azarado (risos).
Minha história começa em abril de 2007, naquela época eu tinha uns 11 anos e pra mim música não tinha grande importância. Na minha cidade todo ano tem um evento que no entanto é o único no ano inteiro, o Rodeio Festival de Itanhaém, eu não era acostumado a ir a shows…aliás nunca tinha show aqui na minha cidade…mas quando tinha a oportunidade eu ia. E foi assim que tudo começou,divulgaram a lista de shows e lá estava: dia 21 Capital Inicial, minha prima que já gostava de rock a algum tempo me chamou pra ir, e lá fui eu, sem ao menos saber quem era Capital inicial. Bom eu diria que foi amor a primeira vista, porque eu sai do show com uma sensação de querer mais, eu saia perguntando pras pessoas se elas foram, que foi demais, que o Dinho é muito carismático e embora eu não soubesse nenhuma música aquela noite, eu sai cantando do jeito que eu sabia (risos). Depois daquele show minha vida mudou totalmente, como eu não tinha grana suficiente pra comprar os cd´s eu ficava grudado no rádio esperando por alguma música, com o tempo eu fui comprando os cd´s , fui querendo saber mais sobre a banda e quando já vi era um fã louco pelo Capital. O Capital me trouxe grandes amizades,distantes ou não, me fez conhecer o rock, me fez sentir amor pela música.
Agora ao dizer que sou azarado eu me refiro a parte em que depois desse maravilhoso dia 21 de Janeiro de 2007 curtindo Capital Inicial, nunca mais houve um show deles em minha cidade. As outras cidades em que tem shows, é um pouco longe e se bem que a vontade mesmo é ir logo de uma vez sem pensar em nada. Acompanho eles na tv, no rádio, tenhu todos os cd´s , fico até de madrugada pra ver eles em algum programa de televisão, mas chance de ir a show…nunca mais tive.
Bom quem me conhece sabe como eu sou loco pelo Capital Inicial, acima de tudo eu agradeço a vocês Dinho, Flávio, Fê, Yves, Robledo e Fabiano por terem feito da minha vida um verdadeiro show de rock. O MELHOR SHOW DE ROCK QUE SE PODE TER .
E quem sabe um dia eu possa conhecê-los .

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Post do fã – Por Jéssica Bernardes

21 janeiro 2011

Olá, não tenho nenhuma história emocionante de shows ou coisa assim, mas resolvi escrever mesmo assim.
Meu nome é Jéssica, tenho 18 anos e moro no Sul de Minas. Minha historia começa um pouco diferente das outras meninas. Tudo teve inicio no dia 14/10/10 quando fui ao meu primeiro show da banda.
Até então eu tinha aquele típico pensamento: “Eu amo o Dinho, como ele é lindo”, mas como diz a música, é vivendo e aprendendo. Ralei uma semana toda trabalhando num clube que tinha uma barraca na festa onde aconteceria o show, porque o presidente do clube, é o produtor de eventos da cidade. Ele prometeu me levar no camarim, e pra não perder o contato com ele fui trabalhar no preparo dos pratos. Tudo a base de batatas, no dia fiz 350 batatas recheadas!
Cheguei em casa no maior pique e fui olhar meu e-mail pra ver que horas deveria chegar no camarim. Infelizmente a pessoa que envia os e-mails me enviou o horário errado, e quando cheguei todos já tinham ido ao camarim. Mas como eu conhecia o organizador ele me deixou esperar os meninos descerem do palco, no camarim, pra tentar falar com eles. Conheci todos menos o Dinho, e mudei meu conceito de CI.
A partir daquele dia, a partir do momento que olhei nos olhos do Flávio Lemos minha vida mudou, um novo horizonte se abriu pra mim.
Depois desse dia comecei a pesquisar sobre a banda, conheci muita gente. Cheguei a pensar que estava enlouquecendo, nas minhas fases mais depressivas me achava boba demais. Vivia me perguntando, o porquê deu fazer isso, o porquê deu ser tão fã de pessoas que mal sabiam da minha existência.
Hoje tenho uma resposta. Na verdade, a banda serviu de intermediário pra eu conhecer as duas pessoas que se tornariam minhas amigas inseparáveis, de conversas intermináveis e que fazem eu me sentir viva. Quando falo com elas não me sinto deprimida, passamos tardes a falar de nossa admiração. Não vemos a banda apenas como um vocal bonito, mas sim como um belo conjunto da obra, entonado por um baixo afinadíssimo que não deixa os outros se perderem na musica, e que nesse novo álbum aparece em maior evidência.
Calila minha amiga baiana apareceu primeiro, meu presente de aniversario, no começo achei ela bem doidinha. Ela tinha milhões de fotos do CI, e sabia tudo sobre a banda. Hoje tenho uma pasta com umas 1000 fotos no meu computador, e não ficamos sem nos falar nem um dia.
Luciana foi meu presente de Natal, começamos a conversar pelo chat das Dinhetes, depois eu a adicionei no msn, mas nunca tínhamos conversado. A poucos dias do Natal começamos a conversar falando das nossas profissões que são bem relacionadas uma a outra. E passamos a véspera e o dia de Natal no msn, as três. Elas já são uma bela parte de mim.
Digo que esse Natal, quem me deu meus maiores presentes foi o CI, me deu não apenas duas amigas, mas duas irmãs. E mais do que agradecer ao CI, tenho que agradecer ao Flávio, pois, sem dizer quase nada, tocou meu coração, e depois disso só aconteceram coisas boas na minha vida.
Tenho fé em Deus que um dia chegaremos a ir há um camarim juntas, e poderemos agradecer pessoalmente aos nossos ídolos por fazerem nossas vidas mais felizes.
Falo com toda certeza do mundo, EU AMO SER FÃ, essa é minha razão de sorrir a cada dia. E nossos “musos” sabem da nossa existência sim, senão, pra quem seriam as músicas né?

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Post do fã – Por Marcinha Iny

11 janeiro 2011

Olá! Eu sou a Marcinha e moro em São José –SC, posso dizer que de minha idade, que não vou revelar embora muitos até já saibam, dediquei oito anos à vida Capitaliana com muita alegria! Comecei gostando do Capital porque minha irmã comentava que a música Natasha era a história dela, detalhe que aos 17 anos ela realmente saiu de casa e foi atrás de seus sonhos e acabou encontrando muitas desilusões! Nesse período cuidei de minha mãe que tinha uma doença degenerativa e aos poucos foi piorando. Intercalando o meu cotidiano com faculdade, curso técnico, trabalho, estudo para concurso, cuidar da mãe e shows eu seguia a vida!
Em fevereiro de 2002 foi meu primeiro show, não muito bem acompanhada, pois minha colega não gostava de Capital, em seguida tive a sorte de ter outro show numa cidade vizinha, ganhei o ingresso pelo sorteio da rádio Atlântida e fui sozinha! Lá tomei a decisão de entrar para um fã clube com a intenção de fazer amigos e não ir mais a shows sozinha, porque já tinha decidido que continuaria indo quando tivesse show por aqui. Internet nessa hora fez a diferença! Encontrei muita gente, pessoas que viajavam atrás da banda, fui me aproximando e surge o terceiro show. Medrosa e desconfiada fui encontrar meus novos amigos, até então só falava com eles pela internet! Nunca tinha vivido uma experiência daquela, ficar tão próxima do palco, colada praticamente! Pegar na mão do vocalista nunca passou pela minha cabeça! E foi o que bastou para não querer sair mais dessa vida! Meus novos amigos são os responsáveis por essa alegria, agradeço do coração a eles!
Veio a primeira viagem, festa do pinhão – Lages – SC 27-05-2003. Outra vez frente do palco com direito a ser apontada pelo Dinho, agora eu já sabia o nome de todos eles, no momento em que ele olha para alguém a sua frente e pede que todos levantem as mãos em Primeiros Erros. Pronto, se eu tinha alguma dúvida de minha loucura agora já tinha virado certeza! Até hoje contabilizo mais de 40 shows, tem gente dizendo que não entende como eu não canso deles, como não enjôo, é simples! As músicas podem ser as mesmas, mas o que sinto quando estou lá nunca é igual! A emoção que invade o coração, a adrenalina correndo nas veias, a freqüência cardíaca acelerada, ahhhh enfim momento único!
Conheci a banda em Bal. Camboriú em 14 de novembro de 2005, no sorteio para o camarim. Nossa, o nervoso que senti não é comparado a nenhum outro! A turnê era do lançamento do CD Aborto Elétrico. Entrar, ver aqueles que pareciam tão “impossíveis” de se chegar perto tão próximos e melhor, conversando com você! É indescritível o que senti! Abraçar, conversar, mesmo sem saber o que dizer, cutucar a amiga do lado para deixar de ficar muda, foi demais! A sorte é que todos os meninos da banda sabem como os fãs chegam, a banda sabe recepcionar muito bem cada um! Isso ajuda a diminuir o nervosismo.
Pronto! Estava selado meu compromisso com a banda, com os amigos, com meus momentos de alegria! Nesse período eu já tinha passado no concurso do estado, já era servidora pública, e já conseguia abrir mais minhas asinhas! A grana para tudo era bastante alta, porque eu ainda tinha que pagar alguém para ficar com minha mãe, sua doença ia avançando cada vez mais rápido.
Fiz amigos entre os fãs, fiz amigos entre a banda e hoje me considero uma pessoa completamente maluca! Sigo meus impulsos! Tem amigo lá do outro lado do país dou um jeito, troco meu plantão, arrumo tudo e la se vai a mochileira! E assim conheci muitos lugares e pessoas diferentes!
O que mais gosto de fazer? Viajar!!!
A vida nos derruba muitas vezes, perdi minha mãe recentemente, um pouco antes do natal, ela vivenciava comigo as alegrias disso tudo, eu mostrava todas as fotos pra ela, contava cada acontecimento, e ela esperava comigo cada aparição deles na TV! Nos útimos dois anos ela já estava tetraplégica, eu já não conseguia cuidar dela sozinha e depois de muitas pessoas passando em minha casa para “cuidar” dela tomei a decisão mais difícil da vida. Levá-la para uma casa de repouso! Ela se adaptou muito bem, mas eu… Minha sorte foi a gravação do DVD ao vivo em Brasília em abril de 2008. Comecei minha saga “viagistica” no momento em que pisei no avião! Aprendi, agora já era! Essa viagem segurou a barra “psicoloka” da pessoa aqui!
Superada a falta de minha mãe em casa, segui as maluquices, acompanhada por outra maluca a Taísa! Kkk Ela de um lado do estado e eu do outro, resolvemos nos encontrar em outro estado! Rio Grande do Sul! Ali também já estava selada uma parceria! Hoje ela deu uma pausa, espero que breve porque sinto muita falta dela! Outra parceria mto importante é a Tânia! E essa é a mais centrada das loucas! Querem viajar sem correria? A Tânia é a pessoa mais indicada para planejar tudo! Muitas outras pessoas conheci nessa minha saga, são tantos nomes, que fico chateada por não lembrar de todos, mas gente sintam-se abraçados, vocês ajudam a transformar sonhos em realidade!
Ainda estou tentando reconstruir o chão que perdi com o falecimento de minha mãe! E saibam vocês todos que em cada centímetro que tenho construído desse novo chão eu me agarro nas lembranças dos momentos que estive com vocês! Obrigada a cada um que passou por mim nesses 8 anos, obrigada a cada pessoa que me reconhece e vem falar comigo, mesmo eu, sequelada, não lembrando de onde conheço!
E por fim, obrigada ao Capital Inicial que proporciona isso para os fãs! Obrigada pelo carinho, pelo respeito, pela atenção!
Hoje estou formada, trabalhando e “malucando” por aí! Em repouso por enquanto, mas assim que me sentir mais segura, aguardem a “Maluca Favorita” (meninas do rioooo!!! ) voltando para as aventuras capitalianas!
É isso gente! Obrigada a todos! Aos fã clubes, Amigos reais, amigos virtuais, amigos que pretendo conhecer, amigos que quem sabe… Um dia…. rsrsr. Obrigada Dinho, Fê, Flávio, Yves, Robledo e Fabiano! Obrigada Família Capital Inicial! Obrigada Nação Capitaliana!
Beijos carinhosos
Marcinha Iny!

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